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Planejamento de conteúdo para as redes sociais: prepare-se para 2019

Novo ano, vida nova. Isso pode ser aplicado ao seu dia a dia e, também, ao seu planejamento de conteúdo para redes sociais. Aproveite a oportunidade para renovar a presença da sua marca nessas plataformas, aprimorando seus resultados.

Sem dúvida, tais redes oferecem inúmeras oportunidades para a sua empresa impactar o público-alvo e fortalecer sua atuação no mercado. No entanto, isso somente é possível se a estratégia for correta e consistente.

Quer ajuda nisso? Veja, a seguir, tudo o que você precisa fazer para planejar o conteúdo das suas redes sociais em 2019!

Defina os objetivos

Nenhum esforço estratégico de marketing deve ser iniciado sem que objetivos claros sejam definidos. Considere o que a sua marca quer conquistar no momento e tenha uma métrica definida para essa análise. Somente assim, você saberá se a meta foi alcançada ou não.

Crie personas

A sua marca precisa de personas para trabalhar em sintonia com seu público-alvo. Elas são personificações das fatias da audiência que você deseja atingir, com traços e características de uma pessoa de verdade.

O grande diferencial disso é conseguir voltar a atenção para as necessidades e motivações desses grupos. Isso permite criar um conteúdo muito mais atraente!

Explore diferentes tipos de conteúdo

Você sempre posta fotos ou links? Então, que tal variar um pouco? Teste a eficácia dos vídeos e dos infográficos!

O seu conteúdo pode (e deve) englobar novos formatos, a fim de alavancar seus resultados. Considere o comportamento do seu público-alvo e o tipo de conteúdo que ele costuma consumir.

Obtenha referências

Olhar o que outros players do mercado estão fazendo é essencial para o seu do seu negócio. Isso não significa copiá-los, mas sim obter referências a serem adaptadas a sua estratégia.

Também vale a pena sair do universo do seu segmento e se inspirar em posts de marcas não relacionadas a sua. Pode ser que daí surja algum insight relevante!

Defina um calendário editorial

Uma parte essencial do seu planejamento de conteúdo para redes sociais envolve a definição de um calendário editorial. Nele, estabeleça quais pautas serão desenvolvidas em quais datas.

Antecipar as suas publicações de uma forma organizada permite trabalhar com foco total na sua estratégia. Assim, você deixa de viver na correria e começa a aproveitar as vantagens de contar com um conteúdo antecipado e bem planejado.

Acompanhe o desempenho da sua estratégia

Mesmo seguindo todos esses passos, o trabalho ainda não terminou, viu? Seu planejamento precisa estar em renovação constante.

Para isso, acompanhe continuamente os seus resultados para aprender mais sobre como o seu público está reagindo às suas publicações e, a partir disso, aprimore a sua abordagem.

Se você leu até aqui, já percebeu que o planejamento de conteúdo para redes sociais tem tudo para se tornar o principal catalisador de negócios para a sua empresa. Tais plataformas são muito úteis para alcançar o público certo com conteúdo estratégico e, claro, mantê-lo engajado!

Gostou deste post sobre planejamento de conteúdo para redes sociais? Então, aproveite a visita e leia também “5 motivos para usar vídeos na sua estratégia digital”!

Ficar de olho nas tendências de mercado é essencial para sobreviver em qualquer segmento. Se a sua empresa não se atualiza, os outros concorrentes podem facilmente tomar o espaço dela e tornar a sua recuperação difícil.

Isso também é importante para contar com cada vez mais formas eficazes de atender bem os seus clientes. Afinal, essas tendências sempre apontam para reflexos das mudanças no comportamento do público e como a tecnologia as atende.

Com a correria do dia a dia e a intensidade com que novos conceitos se desenvolvem, pode ficar difícil acompanhar tudo isso. Felizmente, estamos aqui para ajudar você nisso.

Conheça, a seguir, as 5 tendências de mercado mundiais que vão dominar o marketing em 2019.

1. Maior força do vídeo

Como anda a sua estratégia de vídeo? Esse tipo de conteúdo é capaz de atrair um bom volume de visibilidade e conversões e uma das tendências de mercado para o próximo ano é que cresça ainda mais.

Trata-se de um formato bastante flexível, que pode se adaptar ao que você precisar e a todo tipo de público. Portanto, vale a pena colocá-lo como prioridade em sua estratégia.

2. Publicidade programática

Deixar as máquinas a cargo de tomar milhares de decisões estratégicas em uma fração de segundo é uma das tendências de mercado mais promissoras para o futuro. Se você ainda não trabalha com publicidade programática, tem que considerar seriamente essa possibilidade.

Um dos benefícios é a garantia de que seu anúncio será sempre exibido para o melhor público possível pelo valor mais justo negociado. Você não precisa se preocupar em escolher os veículos já que o sistema faz tudo isso sozinho.

3. Fluxos mais dinâmicos de automação

Mesmo quem já trabalha com uma estratégia de automação de marketing deve aprimorar essa técnica cada vez mais. Uma das tendências de mercado prevê fluxos mais dinâmicos para esse sistema.

Isso significa considerar mais gatilhos para gerar ações planejadas em seus fluxos. É necessário pensar em mais segmentações e analisar mais comportamentos para contar com um número maior de oportunidades de negócios.

4. Chatbots mais inteligentes

Os chatbots chegaram para ficar quando o assunto é captação de leads e atendimento ao cliente. O aprimoramento dessa tecnologia para que se torne mais útil e eficaz está entre as tendências de mercado mundiais para o futuro.

Uma das melhorias possíveis é o entendimento ainda mais aprofundado das necessidades do público, aproveitando algoritmos de inteligência artificial para aprender, aos poucos, com os contatos passados.

5. Otimização para buscas por voz

A busca por voz já é uma realidade na maioria dos smartphones, permitindo que os usuários façam pesquisas no Google apenas ao falar. Isso tem um impacto na forma como o seu conteúdo é encontrado, portanto, exige uma otimização focada nisso.

O uso de SEO focado em pesquisas desse tipo também está entre as tendências de mercado que você precisa considerar. Afinal, as pessoas falam de forma diferente que escrevem ao usar o Google.

Baseando-se nas tendências de mercado mostradas acima, o próximo passo deve ser avaliar as necessidades e características da sua marca para adaptar o que faça sentido. Não caia na tentação de implementar soluções que não se encaixem por puro modismo uma vez que isso pode ser bastante negativo para os seus resultados.

Curtiu este conteúdo? Então compartilhe-o nas suas redes sociais para que os seus contatos também aproveitem as informações.

Atualmente, ter uma loja e vender fora da internet somente não é o suficiente: uma boa participação no ambiente digital é fundamental para alavancar os resultados de uma maneira consistente. Por isso, se você quiser aumentar suas vendas e otimizar os números para alcançar o crescimento do seu negócio, é importante saber o que um site deve ter para ajudar nesse processo.

Se quiser aprender mais sobre como melhorar o seu espaço online para atrair mais visitantes e convertê-los em clientes, não deixe de ler este artigo.

Qual a importância de um bom site?

O mercado atual depende muito da internet e da presença das pessoas no ambiente virtual. Por isso, é imprescindível focar em atração e conversão de pessoas por meio da web, para alcançar melhores resultados diante de uma concorrência acirrada.

Ter um site já é um bom passo, mas é preciso otimizar essa ferramenta para que seja efetiva na captação de bons leads. O objetivo é torná-lo atraente para conseguir mais pessoas interessadas em seu negócio e no valor que sua companhia tem a proporcionar.

O que um site deve ter?

Para que um site seja bom, ele precisa criar uma experiência satisfatória. Atualmente, o principal requisito que estimula as companhias e os desenvolvedores web é a mobilidade. O objetivo principal é construir algo que seja bom para os usuários em qualquer dispositivo que eles utilizarem. Mas esse não é o único fator relevante.

Para usar o website como uma ferramenta de conversão, é importante observar as dicas seguintes.

Offline First

Segundo esse conceito, os espaços virtuais precisam estar preparados para proporcionar uma boa experiência, mesmo quando o usuário enfrentar instabilidades na conexão ou ficar sem acesso à internet.

Uma das formas de implementar esse princípio é com a tecnologia cache, que salva os dados de uma aplicação em uma memória temporária.

O principal benefício é o aumento de performance dos websites e uma melhor adaptação aos leads que acessam por meio dos seus celulares. Com isso, fica mais fácil atraí-los.

SPA

Outra boa estratégia para tornar a navegação mais amigável e confortável para qualquer dispositivo, e também para aplicações que requerem que o usuário passe mais tempo, é o SPA. A sigla é Single Page Application, que significa aplicação em única página.

O nome é bem intuitivo: um site que exibe todo o seu conteúdo em uma única página. Assim, é possível diminuir o tempo de carregamento, deixando a experiência mais leve e prática para o cliente.

PWA

O PWA (Aplicativo Web Progressivo) é um padrão que une benefícios de um aplicativo mobile/desktop com websites responsivos. É um ambiente que torna propício o princípio do offline first, pois permite o acesso mesmo quando o usuário não estiver conectado.

Ele possibilita um acesso progressivo, simples e intuitivo, com boa performance e redução no uso de dados do utilizador. Isso facilita o uso do provável lead, com mais rapidez e menos consumo. Assim, é possível entregar conteúdo de qualidade em menos tempo e apresentar a empresa sem incomodá-lo.

A grande vantagem é que aplicações PWA viabilizam a utilização de notificações push, aquelas que aparecem na tela do smartphone. Esse tipo de notificação é interessante para estabelecer um diálogo constante com o utilizador e criar engajamento.

Complementos

Outros complementos também podem ser usados, como Hello Bars e Newsletters. Ambos são fundamentais para capturas de leads: as pessoas ganham algo da sua companhia em troca de uma informação que cria a oportunidade de contato.

As Hello Bars, pop-ups que surgem nos sites para se comunicar com o usuário, podem sugerir promoções, ofertas ou outras informações importantes, com o objetivo de atrair o visitante à conversão. Já as newsletters são focadas em conseguir o e-mail de quem visita para que a empresa entre em contato depois.

Para se adaptar ao período moderno em que vivemos, as empresas precisam saber dialogar com o público e atraí-lo para o que elas oferecem. Um bom site é uma forma de fazer isso e permite que as companhias convertam visitantes em compradores e gerem mais lucro.

Gostou de aprender mais sobre o que um site deve ter? Então, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer algumas soluções digitais efetivas para o seu negócio.

Você provavelmente já ouviu falar que “conteúdo é rei”. A frase é bem verdadeira e mostra o quanto você pode se beneficiar de uma boa estratégia de marketing de conteúdo em e-commerce.

Manter uma loja virtual é algo que requer todo tipo de impulso possível de visibilidade. Além de utilizar anúncios publicitários tradicionais, você também pode ter resultados excelentes ao publicar conteúdo que seja do interesse do seu público-alvo e tenha alto potencial de compartilhamento.

Para ter sucesso, você tem que implementar essa ideia da forma correta. Existem alguns passos essenciais que devem ser incorporados à sua abordagem.

Veja, a seguir, tudo o que você precisa fazer para iniciar a sua estratégia de marketing de conteúdo em e-commerce.

Crie um blog

Uma boa estratégia de marketing de conteúdo necessita de um blog para se sustentar. É um espaço totalmente seu que servirá como principal meio de publicação, além de ser o destino para onde você direcionará o seu público.

Certifique-se de contar com uma boa plataforma de conteúdo e de dar destaque adequado aos seus posts na capa do seu e-commerce.

Publique conteúdo de qualidade

O que define qualidade? Não é um conceito subjetivo. Deve ser sempre seu objetivo oferecer conteúdos que satisfaçam as necessidades do seu público. Procure entender o que ele precisa e traga soluções objetivas para as suas dores.

Isso também envolve explorar formatos que contribuam com a eficácia da informação. Se um assunto é melhor desenvolvido visualmente, por que não usar um infográfico ou um vídeo?

Destaque seus produtos

O seu conteúdo tem o potencial de levar um bom número de clientes a fecharem negócio em seu e-commerce? Isso é possível se você der o devido destaque aos seus produtos em meio às publicações.

No entanto, evite deixar o material muito promocional. Lembre-se da importância de entregar algo de valor ao público. Por exemplo, em vez de destacar tal TV como a melhor, prefira explicar as principais diferenças entre os tipos de imagem nas configurações.

Promova seu conteúdo

Publicar conteúdo de qualidade em sua estratégia é muito importante, mas não serve de nada sem a devida promoção. Você precisa garantir que as pessoas sejam impactadas pelo seu material para que ele cumpra seu objetivo.

Leve em conta os canais de marketing em que o seu e-commerce está inserido. Por exemplo, as redes sociais são ótimas distribuidoras de conteúdo, bastando inserir chamadas em dias e horários estratégicos.

Aprenda com seus resultados

Mesmo depois de implementar a sua estratégia de marketing de conteúdo em e-commerce, isso não significa que o seu trabalho terminou. Chega, então, a hora de acompanhar os seus resultados e aprender com eles.

Ou seja, confira quais tipos de conteúdo costumam gerar mais vendas e visibilidade para a sua loja. Considere aprimorá-los cada vez mais e publicar mais material semelhante a ele. Ao mesmo tempo, veja o que não deu tão certo e planeje correções.

Agora que você já conhece como implementar a sua estratégia de marketing de conteúdo em e-commerce, pode começar a planejar suas ações. Como também ficou nítido, é algo que requer um aprofundamento estratégico considerável. Por isso, pondere a contratação de uma agência especializada para conduzir esse trabalho de forma adequada.

Curtiu este artigo? Então receba mais informações como estas diretamente em seu e-mail: basta se cadastrar em nossa newsletter!

Os e-commerces têm apresentado resultados significativos no mundo todo e, em especial, no Brasil. Os números não deixam mentir: somente em 2017, o comércio eletrônico do país movimentou cerca de 60 bilhões de Reais.

É inegável que o grande impulso para esse resultado vem das grandes empresas. Sendo assim, é importante ter atenção ao que fazem os grandes players do mercado. Conhecer o diferencial de cada um deles ajuda a ter referências para o negócio. É sobre isso que pretendemos tratar no presente texto.

Conheça alguns fatores de sucesso dos maiores e-commerces do país e comece a prosperar você também.

B2W Digital

O grupo responsável por alguns dos e-commerces mais valiosos do Brasil, como o site Americanas.com e o Submarino.com, é especialista em gerar lucro nesse tipo de mercado. O segredo é simplificar. Na prática, o B2W Digital é um marketplace que facilita para o lojista colocar seu produto em grandes sites, com um elevado alcance.

A simplificação do acesso permite que qualquer empresa se cadastre no sistema, além disso, a B2W Digital oferece uma suíte completa de soluções, o que a ajuda a faturar alto ano após ano.

Cnova.com

Na mesma linha da B2W Digital, o Cnova é resultado da fusão das empresas Nova Pontocom e Cdiscount, controlando sites de gigantes do setor no Brasil, como as Casas Bahia, o Ponto Frio e o Extra.

No caso da Cnova, o diferencial foi eliminar o conflito de interesses e a competição entre as duas principais empresas do grupo, o Ponto Frio e as Casas Bahia. Assim, houve um grande investimento na integração total das plataformas de comércio e logística entre as duas companhias e a unificação das equipes. O resultado foi o fim da competição e a simplificação da estrutura de governança da Cnova.

Magazine Luiza

Já o Magazine Luiza tem duas soluções que costumam fazer de suas ofertas mais vantajosas para os clientes. Elas são o aplicativo da empresa e a opção de retirada do produto na loja.

O aplicativo é muito simples de usar e apresenta incentivos exclusivos como o frete grátis. Já a possibilidade de retirada da compra na loja é um recurso que permite ao consumidor fechar negócio online e retirar o que comprou na unidade mais próxima da sua casa, sem esperar uma entrega que poderia demorar dias.

Privalia

Outlet online, a Privalia aposta em um modelo de negócio com custos reduzidos. A empresa negocia cada campanha diretamente com a marca, de modo a garantir que seus produtos sejam originais e vendidos a preços interessantes.

Uma vez reservado o estoque, os produtos vão para o Centro de Distribuição, onde há a conferência, separação e embalagem dos produtos para envio a seus consumidores. Tudo feito de maneira criteriosa e seletiva.

Grupo Netshoes

O diferencial do grupo é o atendimento ao cliente. Para tanto, a Netshoes investe no tripé composto por:

  • atendimento rápido;
  • boa logística;
  • e trabalho especializado com dados.

A empresa foi uma das pioneiras no uso de sistemas de personalização de dados para sugerir produtos. Hoje, aliando isso com a eficiência na entrega, a Netshoes se apresenta como uma das maiores do mercado em que atua.

Esses foram alguns exemplos de organizações que souberam se adaptar ao digital para oferecer soluções úteis e diferenciadas para seus clientes. Entendendo que, independentemente do local em que atua, é preciso se fazer especial, você também consegue crescer no mercado de e-commerce. Por isso, fique atento às dicas e corra atrás do seu sucesso.

Entendeu alguns dos segredos dos maiores e-commerces do Brasil? Confira também criação de loja virtual: do projeto à execução de um e-commerce.

Você sabe quais são as principais etapas para o desenvolvimento de aplicativos? Estamos em um contexto em que as pessoas estão usando cada vez mais os seus smartphones para comprar e se relacionar com marcas. Também podemos dizer que o consumidor se tornou mais imediatista e deseja ser atendido com agilidade e comodidade.

Um dos motivos para essa evolução é a acessibilidade à internet. Mais de 116 milhões de brasileiros estão conectados, de acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Continuada (PnadC), do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Considerando esse cenário, a implantação de aplicativos para vender e se relacionar com o cliente é uma alternativa prática, inovadora e que atende às expectativas do um público exigente e conectado.

Para ajudá-lo a entender melhor esse universo, falaremos, neste post, sobre o desenvolvimento de aplicativos e como eles serão úteis para o seu negócio. Quer saber tudo? Então, leia-o até o final!

Para que servem os aplicativos?

Para quem não sabe, aplicativos têm diversas utilidades para uma empresa. A mecânica depende do seu objetivo final. Para ficar mais claro, selecionamos algumas funcionalidades.

Canais de venda

Os aplicativos podem ser usados como canais de venda muito mais dinâmicos e práticos, além de serem cômodos e estimularem o cliente a ser fiel à sua marca. Grandes empresas, como a Magazine Luiza ou o Alibaba (Aliexpress), usam aplicativos como alternativa para quem não quer acessar o site, mas ter acesso rápido.

Os aplicativos podem, ainda, ter algoritmos que evidenciam o que pode ser de maior interesse para os clientes. Isso torna o atendimento personalizado, sem que ele precise fazer um login a cada acesso.

Atração

Se você gamificar o seu processo de compra, por exemplo, é possível atrair mais pessoas para sua marca. Ofereça algo útil ligado ao seu mercado, que incentive o consumidor a manter uma interação.

Relacionamento

Usar aplicativos para relacionar-se com os clientes por meio de campanhas de fidelização, atendimento pós-venda e suporte ao produto é um caminho inovador. Esse é um diferencial que promove mais fidelização e que aproxima a marca do seu público-alvo.

Como é o desenvolvimento de aplicativos?

É necessário entender que o processo de desenvolvimento de aplicativos requer algumas etapas.

A ideia

É preciso desenvolver bem uma ideia. Coloque em um papel qual é o seu objetivo com o aplicativo e quais são os resultados esperados. Esse primeiro planejamento faz toda a diferença na hora de montar o aplicativo.

O desenvolvimento

Dentro dessa etapa, será importante responder a um briefing que fala sobre seu mercado, sua empresa e seu público-alvo, além da ideia do aplicativo. Esse documento será entregue à equipe de programadores e desenvolvedores responsável pelo projeto.

A partir daí, esses profissionais farão uma proposta com prazos para o cumprimento. Durante esse processo, algumas reuniões para alinhamento podem ser realizadas.

A entrega

Antes da entrega final, faça testes. Envolva mais pessoas, inclusive algumas que não estejam desenvolvendo. Nesse período, é preciso conferir se o aplicativo atende ao objetivo e se apresenta itens fundamentais, como:

  • usabilidade;
  • funcionalidade;
  • estética;
  • experiência do usuário, entre outros.

A partir dos testes finalizados, será possível disponibilizar o aplicativo para o público.

Como sabemos se o aplicativo deu certo?

Quando está em um projeto desse porte, é preciso que haja uma divulgação sobre o novo recurso a ser implementado. As pessoas precisam saber da sua existência e também esperar por ela. Use o próprio site para divulgar e incentivar as pessoas a baixarem e usarem o aplicativo. Oferecer diferenciais como ofertas específicas, por exemplo, também ajuda.

Para saber se deu certo, basta fazer uma correta parametrização de análise e medir o número de downloads e acessos. Ao analisar as métricas, identifique pontos positivos e oportunidades.

Para finalizar, precisamos reforçar a importância da contratação de profissionais experientes e capacitados para executarem esse projeto. O desenvolvimento de aplicativos é algo complexo e que requer a perfeição. Quaisquer problemas de programação podem causar uma experiência ruim para o usuário.

Gostou da ideia? Então, comece a planejar um aplicativo para o seu negócio! Entre em contato conosco. Temos a solução ideal para você.

A General Data Protection Regulation (GDPR), ou lei de proteção de dados, é uma legislação aprovada em 2016 pela União Europeia. Ela influencia todo o mundo, passando a ser obrigatória a partir de 2018. Mas você sabe em que isso interfere na sua empresa?

A legislação surgiu para proteger os dados dos usuários e também a sua privacidade na web. Portanto, se a sua empresa trabalha com dados dos usuários (principalmente nas estratégias de marketing) saiba que ela influencia diretamente na sua organização.

Você não entende muito bem sobre o assunto? Venha conosco que ensinaremos tudo!

Entenda a importância da lei de proteção de dados

Com tantas empresas presentes no universo online, a legislação surge para resolver alguns problemas relacionados à privacidade do usuário. Isso porque muitos problemas acontecem se uma organização não sabe administrar bem esse assunto — como é o caso do vazamento de dados e de processos.

Além disso, a sua empresa pode enfrentar impactos negativos caso não cumpra a legislação. Para você ter uma ideia, a multa vai de 50 milhões ou 2% da renda anual (depende do que for maior).

Veja como a GDPR funciona

Na prática, significa que a sua marca precisa rever todo o planejamento de coleta, tratamento e armazenamento de dados. Em termos mais simples, é preciso reformular toda a presença online para que ela seja transparente e muito objetiva, principalmente quando for interagir com o público. Sendo assim, é obrigatório ter:

  • política de privacidade no seu site;
  • informações de cobrança precisam estar muito claras;
  • alerta de cookies no layout do seu site;
  • consentimento claro dos pais e responsáveis em casos de dados de menores de idade;
  • consentimento claro sobre qualquer dado coletado; e
  • opt-in claro e objetivo.

Além disso, vamos supor que uma pessoa se cadastrou para receber os seus e-mails marketing. No e-mail, é necessário ter, de forma acessível, alguma informação de descadastramento. Assim, se a pessoa não tem mais interesse em receber as suas informações, ela pode remover o serviço com facilidade.

Contudo, quando a pessoa informa que não deseja mais receber as suas notícias, é essencial que você tenha uma política de descadastramento. Ou seja, é necessário deletar todos os dados da pessoa (e não guardar para enviar novamente os e-mails em um segundo momento, situação que acontecia com muita frequência).

Além disso, você não pode repassar os dados para terceiros. Por exemplo, você faz uma parceria com outra empresa, e vocês desejam trocar contatos. Isso não pode acontecer sem a autorização e consentimento do usuário (que deve ter a opção de aceitar ou recusar).

A lei de proteção de dados (GDPR) é proveniente da legislação europeia referente a coleta, tratamento e armazenamento de dados dos usuários. Ela surge para preservar as informações pessoais e a privacidade do público com o qual a sua empresa se relaciona. Dessa maneira, é preciso rever as políticas internas do seu negócio e se adequar à nova lei, evitando multas e complicações futuras.

Neste post, você aprendeu mais sobre a lei de proteção de dados. Você já adequou a sua empresa à nova legislação? O que você acha sobre esse assunto? Conte-nos logo abaixo.

Estar familiarizado com técnicas de otimização é essencial para ter chances de aparecer no topo do Google. Você certamente deseja alcançar esse patamar de visibilidade. Então é importante lembrar que quem trabalha com publicação de conteúdo na internet precisa saber o que são palavras-chave head, mid e long-tail.

Palavras-chave são termos usados pelas pessoas para fazer pesquisas no Google. O algoritmo do buscador, por sua vez, encontra páginas que citam essas palavras de forma relevante e orgânica. É o seu papel preparar o seu site para ser devidamente compreendido por esse sistema.

Só que existem várias formas de fazer buscas no Google, o que deu origem à classificação dos tipos de palavras-chave. Aprenda mais sobre isso a seguir!

O que são palavras-chave head, mid e long-tail?

Palavra-chave head-tail

São termos mais genéricos que figuram em buscas gerais. Por serem bem amplas, têm alta procura e, consequentemente, alto volume de concorrência.

Exemplos de palavras-chave head-tail: roupas masculinas, curso de inglês, turismo, marketing digital.

Palavra-chave mid-tail

Situada no meio termo, está a palavra-chave mid-tail. Ela é mais específica que a anterior, podendo oferecer menos concorrência, mas, ainda assim, pode ter um volume considerável de conteúdo.

Exemplos de palavras-chave mid-tail: vestidos femininos para festas, curso de inglês a distância, turismo de aventura.

Palavra-chave long-tail

As palavras-chave long-tail são altamente específicas, revelando uma clara intenção do público em relação ao conteúdo. Costumam ter baixa concorrência, mas alto potencial para agradar a audiência que busca por elas. Isso pode ser muito valioso para os seus resultados, então vale a pena explorá-las.

Exemplos de palavras-chave long-tail: curso de inglês barato em Perdizes, curso de marketing digital para advogados, turismo de aventura na Austrália.

Como escolher as palavras-chave do seu conteúdo?

Conheça o perfil do seu público

Determinar quais serão as palavras-chave do seu conteúdo é um exercício que depende muito do seu conhecimento a respeito do perfil da sua audiência. Esses termos revelam a intenção por trás da busca, então você precisa entender não só as necessidades dessas pessoas como também que tipo de solução estão procurando.

Observe seus concorrentes

Uma ótima forma de escolher as palavras-chave certas envolve olhar para o que os seus concorrentes estão fazendo. É um esforço duplo: você pode encontrar inspiração em termos para utilizar e entrar em concorrência ao mesmo tempo em que consegue detectar oportunidades que não estão sendo exploradas adequadamente.

Concentre-se em palavras-chave mais específicas

Neste artigo, você aprendeu o que são palavras-chave head, mid e long-tail. Então já ficou claro o quanto termos mais específicos podem trazer uma audiência mais qualificada a você. Portanto, lembre-se disso ao selecionar as palavras-chave que serão utilizadas em seu conteúdo. Quanto mais específicas forem, melhores podem ser seus resultados.

Use ferramentas inteligentes

Conte com o poder da tecnologia para ajudar no seu trabalho. Para buscar as ideias de palavras-chave adequadas para o seu conteúdo, você pode utilizar ferramentas como o Keyword Tool ou o Google Keyword Planner. Ambas são capazes de mostrar o nível de procura por certos termos e sugerir alternativas relacionadas às palavras pesquisadas.

Aprenda com os seus resultados

A resposta para a decisão sobre as palavras-chave do seu conteúdo pode estar nos próprios dados de audiência do seu site. Usando o SEMrush, você pode detectar quais termos são mais buscados por seus visitantes, oferecendo insights valiosos sobre as intenções deles. O próximo passo, então, é desenvolver mais conteúdo nessa temática.

Agora que você já entendeu o que são palavras-chave head, mid e long-tail e sabe de que formas encontrar as melhores para utilizar em seu conteúdo, está na hora de colocar suas ideias em prática. Busque informações precisas e atualizadas a respeito do perfil do seu público para aprender mais sobre as necessidades dele e nunca deixe de monitorar palavras-chave relevantes para o seu negócio.

Quer atingir uma posição ainda melhor que a primeira do Google? Conheça, aqui no blog, o que são os rich snippets!

Branding é o conjunto de características que formam a identidade de uma marca. Então, desde a escolha dos elementos e cores do logotipo, a linguagem utilizada, até o tipo de abordagem, por exemplo, compõem o branding. Tudo que cause uma sensação no público a respeito da sua marca.

O branding digital é a aplicação desse conceito na internet. Nesse caso, todos os itens que ele abrange precisam ser pensados para o cenário online. Atualmente, com o comportamento do consumidor e as mudanças na indústria e varejo, o branding é algo essencial para aumentar as conversões.

Se você ainda não sabe como aplicar o branding digital, para melhorar o desempenho do seu negócio, confira as dicas que selecionamos para você:

1. Faça uma pesquisa de mercado

Essa pesquisa trará como resultado as principais características do seu público-alvo e permitirá traçar a persona com mais objetividade.

Nessa pesquisa, é importante também conhecer como as outras marcas (referências e concorrentes) se posicionam nas redes sociais, sites e blogs.

É essencial conhecer o mercado, traçar o perfil do seu cliente e identificar as melhores estratégias para estabelecer o branding digital.

2. Analise o público online

Para as empresas, é fundamental estar nas redes sociais. Com o objetivo de montar uma estratégia eficiente e ter um bom alcance, é preciso monitorar o comportamento do seu público online.

É necessário analisar o seu comportamento. Descubra quais são as redes sociais favoritas, os melhores horários para publicação e os temas relevantes para atender seu público.

Não adianta ter um planejamento sobre como será sua marca, qual será a comunicação utilizada e outras características, se você não sabe como alcançar o seu cliente com toda essa informação.

É preciso pesquisar e entendê-lo, para que saiba como e para quem se comunicar. Ter uma delimitação objetiva e assertiva do público online é o primeiro e fundamental passo para que consiga estabelecer o branding digital.

3. Fortaleça sua imagem nas redes sociais

Nessa estratégia, além de um cronograma de postagens, é necessário ter um planejamento dos conteúdos a serem feitos, o tipo de abordagem, o layout das imagens e todos os aspectos que possam fortalecer a sua imagem perante o seu mercado.

Lembre-se de que mesmo que você esteja pegando carona em um meme popular, deve usar elementos do branding do seu negócio.

Além disso, promova ações para atrair os fãs da sua marca, aquelas pessoas que se identificam e a defendem. Promoções e sorteios, por exemplo, fazem muito sucesso.

Use e abuse dos modelos de postagem. Você pode explorar vídeos, textos, fotos, áudios etc., desde que estejam dentro dos padrões do seu conceito.

4. Mantenha a consistência das postagens

É importante lembrarmos que você não deve vender ou publicar somente o seu produto, mas toda a sua causa, princípios e valores.

Dois bons exemplos são a Nike e a Redbull. Suas postagens nem sempre evidenciam os produtos. A evidência é o estilo de vida que aquele produto pode proporcionar para quem o consome.

5. Posicione-se sempre

É necessário aliar conceitos sociais à sua ideologia. Isso é o posicionamento da marca.Um bom exemplo é a Avon, que abraçou o conceito de beleza universal, em que todas as mulheres são bonitas da sua forma. Assim, aproximou o seu produto do público-alvo, que compreende mulheres de vários padrões.

A sua marca precisa ter um posicionamento e o ideal é focar em um ou dois conceitos que vão ao encontro das expectativas do seu público.

Não caia na armadilha de levantar várias bandeiras. Você acabará posicionando-se superficialmente acerca de cada um dos temas e não conseguirá construir uma identidade.

Por fim, podemos garantir que o branding digital é algo essencial. Principalmente no contexto atual, em que os consumidores estão na internet e sua marca está cada vez mais exposta e acessível para todos.

Além da necessidade, podemos falar sobre os principais benefícios, como o fortalecimento da sua marca, o maior engajamento do público, mais credibilidade, vendas e valor agregado, por exemplo.

Gostou de conhecer o branding digital? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e divida o conteúdo com seus amigos!

Ao montar uma loja virtual, é preciso algo mais além de colocar o site no ar com os produtos. O intuito principal em um lançamento deve ser a atração do seu público para vender mais. Para que tudo dê certo, é muito importante fazer um bom planejamento a partir de análises de mercado, do seu público-alvo e da concorrência.

Sem esse tipo de avaliação é impossível fazer o alinhamento de ideias, passo fundamental para que o lançamento do seu site seja um sucesso. Afinal, o objetivo é vender desde o começo.

Se você está perdido, fizemos este conteúdo que vai ensiná-lo como abrir uma loja virtual com êxito. Vamos lá!

Definição do nicho de mercado

Esse é o primeiro passo. A partir da definição de um nicho de mercado, é possível identificar o seu público-alvo e, assim, conseguir definir a missão, a visão e os valores da empresa. O ideal é que se escolha um nicho sobre o qual você tenha domínio de conhecimento.

Essa delimitação de nicho, sobretudo, significa ter um foco e concentrar suas ações a um mercado de público específico para, com isso, poder ser mais efetivo quanto às decisões e às estratégias de marketing.

Definição da marca e da identidade

A escolha do nome e da marca é um dos primeiros pontos e é extremamente importante. A partir dessa construção, será desenvolvida toda a identidade visual do seu negócio. Isso é fundamental para sustentar o seu posicionamento de mercado e aplicar estratégias de branding.

Ao lado de um designer gráfico, crie um logotipo que imprima o conceito e os valores da marca. Esse é um aspecto primordial para poder tecer estratégias de resultado no meio on e offline.

Investimento em marketing digital

Estratégias de marketing digital são necessárias tanto para inaugurar, quanto para desenvolver o seu negócio. No início, é recomendado investir um pouco mais de energia e apostar em anúncios para o Google e para as redes sociais. Assim, as pessoas começam a ter conhecimento do seu produto.

No entanto, em paralelo, é preciso estruturar uma boa ação de inbound marketing e demais adequações na construção do site para que estejam bem posicionados nas páginas de busca. Também é importante trabalhar a otimização das páginas para que haja mais conversão possível.

Promoções de inauguração

Um ponto que ajuda muito um lançamento de sucesso é a criação de promoções e sorteios de inauguração. Isso atrai pessoas e elas passam a conhecer a sua marca, seus produtos e começam a interagir.

Esse tipo de ação promove a marca e trabalha o relacionamento com os clientes. Especialmente, se tiver o apoio em uma rede social.

Precificação adequada

Para finalizar, podemos dizer que todas essas dicas são fundamentais para que seu negócio tenha sucesso no lançamento. Mas, mais do que saber como abrir uma loja virtual, é preciso entender sobre a importância das estratégias de precificação.

É necessário considerar o valor de custo do produto mais o valor de todos os custos do processamento do pedido até a entrega ao cliente. Além disso, calcular o lucro em cima do valor a ser cobrado.

Uma precificação mal feita pode acarretar em prejuízo para a sua loja ou, se feita para mais, os clientes podem não considerar o preço justo. Isso vai impedir as vendas.

Quando falamos em inauguração de e-commerce, é preciso estarmos atentos ao fato de que tudo tem que dar certo. Com uma experiência ruim, alguns clientes podem acabar não voltando a acessar o site. Agora você já sabe como abrir uma loja virtual: basta colocar as dicas em prática.

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