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Indicadores quantitativos X qualitativos: qual a diferença?

Primeiramente, você sabe o que são os indicadores de resultados e qual a importância deles? 

Os indicadores qualitativos e quantitativos são os elementos que mostram se as estratégias escolhidas estão trazendo resultados. Para defini-los, é importante ter em mente quais são os pontos importantes para o seu cliente. 


Imagem: minerandodados.com.br 

Qual a importância desses indicadores para uma agência?

Em cada parte da agência existem suas particulares e, com isso, pontos que são mais ou menos importantes. 

Como por exemplo em SEO, o tráfego orgânico mostra se uma estratégia está ou não dando certo. No caso da compra de mídia, o alcance de pessoas e a geração de leads também podem apontar a saúde do projeto.  

Já no caso dos conteúdos e design, por exemplo, os indicadores são outros e menos objetivos. Isso torna mais difícil saber se as estratégias estão dando certo e se o cliente está ou não satisfeito com o investimento que tem feito. 

Agora, é importante entender melhor o que são esses dois indicadores e como mensurá-los: 

  • Indicadores quantitativos 

Quando falamos de indicadores quantitativos, nos referimos ao volume de entrega, entrega dentro do prazo e aumento no número de visitas do blog, por exemplo. Por serem fatores objetivos, são mais fáceis de quantificar. 

No entanto, talvez o que você acha que está sendo um fator positivo pode não estar atendendo às expectativas do cliente. Por isso, para que eles mostrem de fato se os resultados estão satisfatórios, é necessário avaliar a satisfação do cliente. 

Para medir seus indicadores quantitativos de maneira ideal, é preciso unir itens objetivos e subjetivos. 

  • Indicadores qualitativos 

E quando falamos de indicadores qualitativos, torna-se um assunto mais subjetivo. Pois nele mensuramos se o cliente gostou ou não de um layout, por exemplo. Se o conteúdo de um artigo está adequado ou, então, se um artigo ou um layout está de acordo com a linguagem que o cliente costuma usar. 

Mas os feedbacks do cliente com “gostei” ou “não gostei” não são palpáveis e não oferecem uma base de comparação eficiente. 

Para medir esses indicadores a sugestão é torná-lo algo mais sólido, oferecendo ao cliente escalas de 0 a 10 para as avaliações. 

Assim, fica mais fácil pontuar o que precisa ser melhorado em cada setor da agência e acompanhar o desenvolvimento da equipe. 

Gostou do conteúdo? Compartilhe com os amigos! 

Ficou alguma dúvida sobre indicadores quantitativos e qualitativos? Entre em contato e vamos trocar uma ideia.

Já contamos em outros artigos do nosso blog que o comportamento do consumidor está em constante mudança e hoje, muitos fatores pesam na decisão de compras, como a aproximação com a marca e a experiência de compra. 

Afinal, ninguém gosta de receber respostas robotizadas ou ser atendido dessa forma. Mesmo com a tecnologia e suas facilidades, as pessoas necessitam de proximidade e quando uma marca tem isso, ela se destaca.

Fonte: giphy.com 

Portanto, se você deseja saber mais o que significa humanizar sua marca e como pode dar os primeiros passos para que isso aconteça, continue com a gente neste artigo. 

O que faz uma marca ser humanizada?

A humanização da marca consiste em aproximar a marca de seus clientes através de técnicas, métodos e ações. Assim, a marca entra no dia a dia das pessoas, se fazendo presente em alguns momentos. 

Para isso, é preciso que além de conhecer o perfil dos consumidores, é fundamental que a marca entenda as suas necessidades e motivações. 

Por que as pessoas gostam das marcas humanizadas?

Fonte: giphy.com

Cada vez mais as pessoas têm um papel muito mais ativo nos processos de comercialização. E isso faz com que os aspectos tradicionais, como preço e qualidade, não sejam mais os grandes protagonistas, e sim o compromisso das marcas. 

Por isso, as pessoas buscam marcas humanas, porque percebem que podem ajudá-las a cumprir com seus objetivos por meio do apoio contínuo e o acompanhamento personalizado. 

Como colocar isso em prática? 

Como tudo no marketing digital, existem estratégias para tornar sua marca mais humanizada. Mas é importante lembrar que toda a equipe deve estar realmente envolvida nesse processo. Afinal, não adianta tentar padronizar algo que tem que ser humano e verdadeiro. 

  •  Tenha um estilo único 

Assim como as pessoas, as marcas humanizadas precisam ter uma personalidade que as identifique e principalmente se diferencie das demais. 

Esse estilo envolve tom de voz, temáticas a serem abordadas, elementos visuais e a identidade corporativa de forma geral.

  • Deixe o lado engraçado ser visto  

A risada, além de uma característica humana, é uma linguagem universal. Sendo assim, se a marca é humana ela precisa mostrar seu lado engraçado. 

Com as redes sociais isso se tornou mais fácil através dos memes. Use eles quando achar que cabe na sua marca, mas sem exagerar ou fazer com que se torne vulgar e ofensivo.

  • Apresente quem faz o negócio acontecer 

Se o cliente ver a empresa apenas como uma logo, dificilmente vai se sentir próximo a ela. Por isso, apresente  quem está por trás de tudo. 

Mostre a equipe, faça stories mostrando o dia a dia, interaja com um rosto humano de verdade. 

Assim, sua marca se torna cada vez mais presente na vida do cliente não apenas como uma estratégia agressiva de venda, mas sim com memória afetiva de um atendimento próximo e humanizado. 

Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a gente! 

Segundo uma pesquisa realizada em 2019, o Brasil é um dos cinco países que passa mais tempo conectado em todo mundo. 

Fonte: giphy.com

Isso significa que, em boa parte do dia, o brasileiro está navegando em alguma rede social.  E isso pode ser vantajoso para o seu negócio através do marketing de influência!

O marketing de influência é uma estratégia antiga, mas que vem se adaptando e fazendo sucesso cada vez maior nas mídias sociais e por toda a internet.

Ele se baseia em uma abordagem do marketing que consiste em praticar ações focadas em indivíduos que exercem influência sobre potenciais clientes de uma marca. 

Ou seja, através de um ou mais influenciadores, sua marca é recomendada para os clientes na hora de tomar sua decisão de compra.

Como usar o marketing de influência? 

Usar essa estratégia não é nada complicado, mas para quem está começando podem existir algumas dúvidas. E no decorrer deste artigo vamos te ajudar a saná-las para você ter resultados positivos com o marketing de influência.  

  • Defina seus objetivos 
Fonte: monografiaperfeita.com.br

O primeiro passo é definir qual o objetivo da sua campanha. Você deseja divulgar um produto? Fortalecer a marca? Captar leads? Gerar vendas?

Com essas questões levantadas e respondidas, você tem a meta principal para ser seguida na campanha.

  • Encontre o influenciador certo 
Fonte: pinkpng.com

Agora você terá que escolher quem dará voz ao seu negócio. Nem sempre contratar um influenciador com milhões de seguidores trará resultado se ele não tiver seguidores engajados ou se o público dele não tiver interesse no que seu negócio tem para oferecer. 

Procure um influenciador com público igual ou parecido com o do seu negócio para ter um impacto maior e, assim, atingir os objetivos traçados.

  • Faça ações em conjunto 
Fonte: ibdec.net

Após conseguir o acordo desejado com um ou mais influenciadores, está na hora de planejar e executar ações em conjunto que promovam seu negócio. 

Você pode optar também por usar diferentes canais para ampliar o alcance da estratégia. Independente da sua escolha, mantenha tudo sempre muito alinhado e garanta diálogo entre as ações.

  • Gerencie seus resultados
Fonte: gratispng.com

Com base nos objetivos estipulados no primeiro tópico, é hora de acompanhar o que está ou não trazendo retorno para você e para seu negócio.  

Para isso, você pode conferir métricas como ROI, taxa de conversão do público alcançado, entre outras. 

Com essas análises, mude o que for necessário para melhorar cada vez mais a sua campanha. 

Em caso de dúvidas, procure uma agência para te auxiliar em todos ou apenas em um processo específico e tenha muito sucesso com essa estratégia! 

Diferente dos produtos de primeira necessidade, dificilmente alguém decide comprar algo de repente e também não se torna fiel a marcas dessa maneira. 

E é exatamente por isso que, para ter uma estratégia bem definida, entender cada etapa da jornada que o cliente passa faz com que além dele escolher a sua marca, volte a comprar com você.  

O que é a jornada do cliente?

A jornada do cliente é todo o caminho que o consumidor faz antes de se tornar realmente um cliente.

É por onde o futuro cliente estrutura todo o seu relacionamento com a empresa, desde o primeiro contato (através de uma visita, material impresso ou conteúdo digital) até o fechamento e o pós-venda.  

Atualmente, o consumidor busca uma experiência além da solução oferecida e, na maioria das vezes, nem percebe que tem esse problema. Portanto, é através do mapeamento da jornada e do marketing de conteúdo que o futuro cliente é conquistado. 

Etapas da jornada do cliente

Existem três etapas durante a jornada do cliente e defini-las é muito importante para que se possa mapear em que etapa cada lead se encontra. Além disso, é importante compreender que cada lead pode estar em um estágio de maturidade diferente. 

Vamos conhecer um pouco de cada uma dessas etapas:

  • Aprendizado e descoberta
Fonte: giphy.com

Nesta primeira etapa da jornada, o consumidor ainda não sabe muito bem que tem um problema. Ele está despertando o interesse para determinado assunto e você e sua empresa têm como objetivo capturar a atenção dele. 

No marketing digital, isso é feito através de blog posts, infográficos e outros conteúdos focados nessa solução que ele vai encontrar pesquisando por uma palavra-chave relacionada ao seu problema. 

  • Consideração da solução  
Fonte: giphy.com

Nesta etapa, após pesquisar mais, o futuro comprador mapeou algumas soluções possíveis e começou a analisá-las. É necessário, neste momento, que ele veja a sua empresa como uma boa solução para ele.  

Isso pode ser feito com ebooks, webinars e outros conteúdos mais aprofundados, que vão orientar o seu futuro cliente a respeito da solução ideal e que a sua empresa pode oferecer.

  • Decisão de compra
Fonte: giphy.com

A etapa tão aguardada. Após analisar as opções, o consumidor toma sua decisão e compra. Aqui você e sua empresa mostram os seus diferenciais e o convence que o seu produto ou serviço é a escolha certa. 

Agora, os conteúdos são focados em demonstrações, cases de sucesso, testes grátis, comparações. Tudo que mostre ao consumidor que ele está no caminho certo escolhendo você. 

Foi possível visualizar as etapas e imaginar como colocaria cada uma delas em prática? 


Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a gente que te auxiliamos da melhor forma como realizar cada uma delas!

Acompanhar as métricas de suas campanhas é essencial para avaliar os resultados e esforços investidos no marketing digital. Principalmente porque na internet as coisas acontecem de forma rápida. 

Entender o comportamento dos usuários, os gostos e o que mais agrada o seu público proporciona que medidas sejam tomadas para que os resultados evoluam e o negócio obtenha sucesso. 

Para isso, existem três métricas essenciais que conseguem mostrar de forma eficaz se os objetivos estão sendo ou não atingidos com o marketing digital. Conheça agora, neste artigo, quais são elas e como usá-las. 

ROI – Retorno sobre o Investimento

Uma das métricas mais aplicadas, o cálculo do ROI, permite analisar o custo-benefício da campanha e deve ser avaliada em qualquer projeto. 

Com ele você sabe exatamente o que está acontecendo a nível geral, em termos de marketing e seus resultados, além de possibilitar análises por campanhas e até mesmo ações pontuais. 

Para calcular o ROI basta: Lucro obtido – investimento inicial/ investimento inicial. 

CAC – Custo de Aquisição por Cliente

De forma simplificada, o CAC avalia quanto cada cliente custa para a sua empresa. Assim, é possível criar um histórico que pode ser usado como base para traçar os objetivos da próxima campanha. 

Com ele, você identifica qual canal de marketing que mais atrai clientes com menos investimento, aumentando consideravelmente os resultados sem precisar aumentar o investimento feito em marketing. 

Para calcular o CAC basta: somar todos os custos com campanhas e dividir pelo número de clientes conquistados durante o tempo que foi determinado. 

Taxa de conversão

Através da taxa de conversão é possível medir se as ações realizadas pelo marketing estão sendo efetivas durante a caminhada do cliente até o fechamento do negócio. 

Com essa métrica é possível avaliar quantos clientes clicaram no anúncio, quantos visitaram a página de captura de dados, quantos aceitaram mais informações a respeito de determinado assunto, quantos solicitaram orçamento e, por fim, quantos realizaram a compra. 

Assim, é possível diagnosticar os pontos fracos da campanha e tomar medidas para melhorar os resultados. 

Aqui na R8 oferecemos estratégias de marketing digital e apresentamos todas as métricas dos resultados da sua empresa! 

Quer saber mais? Entre em contato! 


Com a pandemia, consumidores buscam outras alternativas para fazer compras na Black Friday e Natal.  

Quem já vendeu na Black Friday sabe como a data é promissora, tanto na última sexta-feira de novembro, como também para aquecer as vendas para o Natal. Muitas pessoas inclusive, aproveitam os descontos para garantir os presentes do final do ano. 

Em 2019, segundo dados da Ebit Nielsen, o varejo brasileiro faturou R$ 3,2 bilhões, considerando apenas a quinta e sexta-feira. E, com as novas formas de consumo devido a pandemia da Covid-19, esses números tendem a crescer em 2020. 

Se você é novo no mundo do e-commerce ou nunca se empenhou nas vendas virtuais nessa época do ano, continue com a gente, pois este artigo vai te ajudar a se preparar.

O planejamento começa agora

 Imagem reprodução: setting.com.br 

Mesmo que pouco mais de um mês pareça muito tempo, se você quer estar à frente dos seus concorrentes, é preciso planejamento. Ele é o fator mais importante nesse momento e deve englobar todas as estratégias que serão usadas.

Você precisa fazer um check list e inserir aspectos principais, como: de que maneira serão aplicadas suas ofertas (desconto ou frete grátis), verificar o seu estoque, seus fornecedores, sua equipe para atendimento, quais produtos entrarão em promoção, sua logística, prazo de entrega, marketing e análise de concorrentes. 

Entre na sua plataforma como um cliente

É hora de você ver a sua plataforma com outros olhos. Saia do login de administrador e entre como se fosse fazer uma compra. 

Analise o tempo de resposta da página, confira se os caminhos para finalizar a compra são intuitivos, quantas formas de pagamento são oferecidas.

Mesmo que o que mais chame a atenção do possível cliente nesse momento seja o preço, uma plataforma lenta ou que tenha muitas barreiras, pode fazer com que o cliente desista e passe para o próximo site com preço parecido com o seu. 

Se for necessário, faça um upgrade. É um investimento que faz toda diferença nessa época, e que também será aproveitado nos demais dias. 


Não conte com a sorte. Anuncie! 

 Imagem reprodução: unama.br

Na semana da Black Friday até o Natal, o que não faltará são anúncios com todo o tipo de preço e, mesmo que você já tenha clientes fiéis, eles também serão bombardeados por esses anúncios. 

Pensando nisso, é importante você investir em marketing. Analise quais canais de vendas o seu público se encontra e invista nele. Facebook, Instagram, Google Ads, Marketplace e até o WhatsApp podem se tornar seus aliados nesse momento. Mas, como estamos falando desde o começo, é necessário planejamento para não sair atirando para todo lado e acabar não tendo resultados. 

Uma boa estratégia é utilizar de campanhas dentro do próprio site. Se for possível, invista em banners laterais, tarjas e lugares que tenham destaque. Pois, o cliente pode entrar direto em uma categoria ou produto e nem ficar sabendo das outras promoções do site.

Esteja alinhado com a equipe

Literalmente tudo pode acontecer durante a grande movimentação do final do ano. Por isso, é importante que você e sua equipe estejam alinhados para qualquer imprevisto. 

Atendimento ao cliente tem que estar disponível para dúvidas, suporte e alterações. O site pode precisar de alguma manutenção de emergência e, se tudo isso não tiver muito bem alinhado com toda a equipe, você pode, além de perder vendas, perder credibilidade.

Mantenha os pés no chão

Por último, mas não menos importante: tome decisões assertivas e que serão boas para o seu negócio. De nada adianta querer bater todas as promoções, ter o menor preço do mercado, mas sair no prejuízo. 

O planejamento deve ser principalmente neste ponto. Às vezes é melhor perder algumas vendas do que deixar se levar pelo calor do momento e deixar sua saúde financeira ir por água abaixo. 

Esperamos que dê tudo certo e suas vendas do final de ano sejam um grande sucesso.  

Lembrando que, se precisar de planejamento de marketing ou upgrades em sites, entre em contato com a gente!

Estar por dentro do mundo digital se tornou uma necessidade. 

O mundo mudou, estamos há mais ou menos 5 meses vivendo ou tentando nos adaptar ao “novo normal”. O jeito de comprar, se divertir e principalmente trabalhar teve que ser modificado para o enfrentamento da pandemia do COVID-19 e a crise que ela trouxe. 

Com isso, cada vez mais, a tecnologia tem sido extremamente importante na vida das pessoas. Empresas que antes não tinham pretensão em estar na internet, hoje se vêem obrigadas a pelo menos ter uma rede social do seu negócio.

As empresas começaram a sentir em um curto prazo o grande prejuízo em suas receitas com o enfraquecimento das vendas de produtos e serviços e precisaram aprender a trabalhar e ser eficientes utilizando ferramentas de comunicação e operação de eletrônicos. 

Através disso começaram a enxergar a importância de estratégias através, principalmente, do marketing digital para a sobrevivência de seus negócios no mercado. Quem já estava a caminho da transformação digital, sofreu impactos mas não tão severos quanto aqueles que tiveram que começar do zero. 

Falando em marketing digital…

               Imagem reprodução: indesconcetavel.com/blog

É justamente através dele que se encontra ferramentas que ajudam no impulsionamento das vendas de produtos e serviços. Expõe o negócio de maneira positiva na internet, estreita a comunicação da empresa com o público, público esse que é estudado, definido e direcionado. 

Quando a marca possui boa referência no mercado, isso agrega valor ao produto ou serviço no momento da venda, e no marketing digital não é diferente. Através dele, a empresa encontra caminhos para mostrar mais sobre as características do que tem a oferecer, não vendendo apenas o produto mais informando o que ele tem a oferecer. 

Uma pesquisa encomendada em maio pelo Facebook IQ ao Ibope de Inteligência mostrou que 28% das pessoas no Brasil já estão fazendo mais compras online desde o início da pandemia. Mostrando também o crescimento na procura de e-commerces pelos consumidores. 

Atrelando redes sociais ativas e um bom canal de vendas, é possível se direcionar de maneira positiva para o fim da pandemia. Onde muitos acreditam ainda, que no pós pandemia muito do que foi desenvolvido nesse período será consolidado. 

E sua empresa? Está acompanhando as transformações digitais?

funil de marketing e funil de vendas

O Funil de Marketing e o Funil de Vendas são dois conceitos que qualquer empresa que está começando a trabalhar o Inbound Marketing irá se deparar. Muitos se confundem com os dois, mas neste artigo você irá descobrir que eles não são a mesma coisa, apesar de serem complementares.

Inbound marketing é a criação e compartilhamento de conteúdo, focado em um público-alvo determinado, com o intuito de comunicar-se com o potencial cliente de forma direta desenvolvendo, desta maneira, um relacionamento duradouro. Ou seja, é uma estratégia utilizada para que os clientes encontrem a sua empresa, atraídos pela sua mensagem – um marketing de atração. Desta forma, você pode apresentar soluções para os problemas do seu público e transformá-lo em clientes ou até mesmo promotores da sua marca. 

Nesta trajetória do inbound marketing é que o seu cliente irá passar tanto pelo funil de marketing quanto pelo funil de vendas. Para começar a diferenciar os dois, devemos entender primeiramente o que faz o time de marketing e o que faz o time de vendas.

O time de Marketing é o responsável por criar e executar as estratégias de captação de clientes para transformá-los em leads. Com o intuito de desenvolver um relacionamento com o potencial cliente, o marketing irá criar e alimentar com conteúdos ricos sua audiência.

O time de vendas, por sua vez, ao receber o cliente do time de marketing, faz a apresentação da proposta e segue com a negociação até o fechamento da venda.

Podemos então, desta relação, desenhar esse funil:

Vamos agora entender cada um.

Funil de Marketing: o que é?

Este funil é composto por 4 fases quando falamos de inbound marketing. São elas:

  1. Atração de visitantes (consciência)
  2. Conversão de leads (interesse)
  3. Relacionamento com os leads (consideração)
  4. Vendas/Clientes (decisão)
Funil de Marketing

Para desenvolver a atração, o time de marketing vai trabalhar diferentes formas para atrair um cliente. Dentre elas podemos destacar: Mídias Sociais, SEO e Email marketing, por exemplo.

Para a conversão, devemos fazer com que o cliente desenvolva uma ação para se tornar um lead, ou seja, alguém que esteja interessado naquele conteúdo que você está produzindo. Para tal, o cliente pode se inscrever na sua lista de emails para receber novidades, se inscrever no seu canal, realizar um cadastro em uma landing page para receber um material rico, etc.

Na etapa do relacionamento você deve criar e entregar conteúdos aos leads para que eles avancem em sua jornada de compras. É neste momento que você demonstra que o seu potencial cliente tenha um problema para o qual você tem a solução.

No último estágio do funil de Marketing encontramos a venda. Nesta etapa, o lead já foi qualificado e entregue à equipe de vendas. Neste momento, o time de marketing recebe o feedback dos vendedores para entender e produzir mais materiais e conteúdos para sanar todas as dúvidas e questões do potencial cliente.

Funil de Vendas – saiba mais!

É neste momento que damos o pontapé inicial no funil de vendas. Ele é composto por 5 etapas:

Funil de vendas

A qualificação é o processo realizado pelo vendedor de avaliar as informações recebidas pelo time de marketing realmente fazem o cliente ser apto de receber uma abordagem de venda. Caso não seja um lead qualificado para a venda, este deverá ser devolvido ao funil de marketing para que receba mais informações e desenvolva maior interesse na marca e/ou produto.

A partir do momento em que o time de vendas atua ativamente com o cliente, fazendo um primeiro contato, por exemplo, é aí que ele migra para a etapa do Briefing no funil de vendas. No momento do briefing, nós poderemos conhecer o que o cliente quer e precisa para podermos criar uma proposta para atendê-lo.

Montada a proposta ela é apresentada ao cliente que irá verificar se esta atende suas necessidades. E então, inicia-se o processo de negociação. É neste momento que o cliente irá comparar a sua proposta às outras que ele encontra no mercado. São nessas etapas do funil que o time de vendas trabalha com mais afinco com o intuito de chegar ao tão desejado fundo de funil.

É no fechamento que o cliente vai falar o tão sonhado sim ou vai finalizar a compra e realizar o pagamento no checkout de seu e-commerce, por exemplo.

Viu só? Os dois funis são diferentes, sim, mas ambos caminham juntos para um objetivo comum: atrair clientes e fechar as vendas. Conhecendo todas essas etapas da jornada de compra do seu consumidor faz com que você esteja mais atento e desenvolva estratégias que irão converter em mais vendas.

Precisa de ajuda para criar o seu funil de marketing e vendas? Conte com a gente: www.agenciar8.com.br .

ROAS e ROI

ROI e ROAS são dois indicadores de desempenho dos resultados de uma campanha, então, é preciso entender que cada um exerce uma função. Ou seja, na prática, eles são diferentes.

Mesmo sendo muito parecidos, ROAS e ROI tem significados e objetivos diferentes. Pode perceber até pelo grau de popularidade o quanto se diferenciam. ROI é bem mais conhecido do que ROAS, um conceito relativamente novo no universo do marketing e publicidade. Ao acompanhar as duas métricas, você descobre onde ganha ou perde dinheiro com suas campanhas e estratégias digitais.

O que é ROI (Return on Investment)?

O ROI é o Retorno sobre o Investimento. Ou seja, é a métrica utilizada para verificar se todo o investimento que você teve em uma campanha de marketing gerou resultado. Ele leva em consideração não apenas o seu gasto efetivo com publicidade mas todo o gasto que você tem com a empresa. ROI mede lucros em relação aos custos.

Para calcular o retorno sobre o investimento, você só precisa subtrair os custos das receitas e dividi-los pelos custos totais que você teve.

A fórmula do ROI funciona da seguinte forma:

  • ROI = (Lucro / Custo) x 100

Por exemplo: você lucrou 100 mil em uma campanha que teve um custo de 10 mil. Assim, subtraia 10 de 100. Você terá 90. Divida 90 por 10. O resultado será 9 x 100. Ou seja, você teve um lucro de 900% que equivale a 9x o valor investido de 10 mil que significa que a cada R$1,00 gasto você lucrou R$9,00.

O que é ROAS (Return on Advertising Spend)?

O ROAS por sua vez, é o Retorno Sobre o Investimento Publicitário. Quando se trata de publicidade o ROAS é um indicador mais preciso de seu desempenho publicitário, porque ele mede apenas as receitas e os custos associados à sua campanha publicitária. Pode ser calculado por empresas de todos os portes, para que o gestor facilite a tomada de decisões sobre quais campanhas e canais melhor funcionam.  Apenas para que fique mais fácil entender, são considerados como gastos os custos diretamente relacionados à publicidade. O que também inclui o salário dos profissionais envolvidos e aluguel de equipamentos, além do valor usado para divulgá-lo.

ROAS = (Retorno conseguido com os anúncios pagos / Custos publicitários envolvidos) x 100

Com o ROAS você consegue mensurar quanto você teve de retorno a cada R$1,00 gasto. Vale a pena lembrar que ainda não existe um consenso sobre quanto deve medir um ROAS aceitável. Isso porque é um valor que varia de empresa para empresa, sendo influenciado pelas margens de lucro e pela própria saúde financeira do negócio. Mas, em todo caso, o mais recomendado é que fique sempre acima de 2. Caso fique em 1, quer dizer que não tem ganho nem prejuízo.

De forma simplificada, o ROI permite avaliar a saúde geral do seu negócio, enquanto ROAS permite avaliar o desempenho de publicidade. São KPIs importantes de serem acompanhadas.

Gostou?! Quer saber mais?! Acompanhe matérias sobre esse e vários outros temas aqui no nosso blog.

CTR

CTR e CPC são métricas muito utilizadas quando vamos avaliar o sucesso de um anúncio nas redes sociais. Mas você sabe o que elas significam?! Sabe como analisar esses dados e transformá-los em KPIs?

O que é o CTR?

Click Through Rate ou, Taxa de Clique é uma métrica muito utilizada para avaliar o desempenho de um anúncio, seja no Google Ads ou mídia paga das redes sociais. Isso porque o CTR calcula o número de cliques que seu anúncio recebeu em relação à quantidade de vezes que ele foi exibido.

Quanto maior o CTR de um anúncio, maiores são os benefícios para o seu negócio: desde um custo mais baixo no Google Ads até um melhor ranqueamento nas buscas orgânicas. Por meio do CTR, você consegue identificar as campanhas que são mais eficientes, que mais chamam a atenção do usuário e fazem com que ele clique no link.

O que é o CPC?

O CPC (Custo por Clique) é um dos tipos de precificação de anúncios mais comum do mercado. Nesse formato, você só paga pelos cliques recebidos em suas campanhas, ou seja, as visualizações (impressões) não são incluídas na conta. Na prática, apenas os usuários que entrarem nas suas páginas — ao clicarem nos anúncios — vão ser cobrados.

Um bom  CTR é essencial para quem escolhe o modelo CPC para a precificação. Afinal, quanto maior a taxa de cliques, maior a eficiência dos seus anúncios, ou seja, eles são úteis para os usuários. Consequentemente, o CPC se torna mais barato, com o buscador entendendo que o seu link oferece o que está sendo procurado.

Acompanhar o Click Through Rate é importante para que você não perca tempo e comece a investir em maneiras de elevar essa métrica o mais rapidamente possível, garantindo os melhores resultados para o seu negócio.

Melhora no IQ dos anúncios:

O Índice de Qualidade é ao cálculo que o Google faz da Qualidade do seu anúncio. Podemos dizer que quase 2/3 de seu valor é composto pelo CTR do anúncio. Veja:

Componetes do IQ: CTR
Componetes do IQ: CTR + relevância + página de destino

Google percebe que um número elevado na taxa de cliques é um forte indicativo de que o conteúdo do anúncio está realmente sendo relevante para os usuários. Um CTR mais alto, portanto, impacta no IQ. Consequentemente, impacta também no posicionamento do seu anúncio.

Um bom CTR significa que seu anúncio precisou ser mostrado menos vezes para conseguir mais cliques. Isso implica na diminuição do valor do CPC além de fazer com que o Google te enxergue como um site relevante para as pesquisas das pessoas por determinadas palavras-chave. Ademais, outra consequência é um melhor ranqueamento orgânico aliado à aplicação de técnicas de SEO. Há também a relação direta com a taxa de conversão. Um aumento em duas vezes na sua taxa de cliques pode implicar em uma taxa de conversão 50% maior.

Gostou das dicas?! Na próxima semana, iremos postar mais conteúdos relacionados às métricas dos anúncios para você se dar bem. Precisa de ajuda para o seu negócio? Entre em contato com a gente!